
A Polícia Civil de Pernambuco investiga a morte do menino Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, após um afogamento ocorrido em um parque aquático localizado no bairro de Ouro Preto, em Olinda. O caso aconteceu no sábado (25) e gerou comoção entre familiares e frequentadores do local.
De acordo com a mãe da criança, Emilly Vitória de Souza, ela acompanhava o filho e se ausentou por alguns instantes para ir ao banheiro. Ao retornar, Bryan já havia se afogado.
A prima da vítima, Karolaine Fonseca, afirmou que o parque não possuía sinalização adequada indicando a profundidade da piscina. Segundo ela, a área aparentava ser rasa, mas havia um trecho mais profundo onde o menino teria submergido.
Bryan foi retirado da água pelo pai de outra criança que estava no parque. Ele ainda foi socorrido e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Tabajara, mas não resistiu.
A família também questiona a atuação dos guarda-vidas que trabalhavam no local. Segundo os parentes, houve falhas no monitoramento da piscina e o afogamento não teria sido percebido pelos profissionais responsáveis pela segurança dos banhistas.
Neste domingo (26), o parque aquático permaneceu fechado. Famílias que chegaram ao estabelecimento foram surpreendidas com a informação sobre a tragédia e lamentaram a morte da criança.
Em nota, o Parque Aquático Via Park informou que lamenta profundamente o ocorrido e afirmou que os primeiros socorros foram prestados ainda no local, antes do encaminhamento de Bryan para a UPA da Tabajara.
A administração informou ainda que está prestando apoio e assistência à família e que colabora integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do afogamento e eventuais responsabilidades pelo caso.





