
A vereadora de Olinda e candidata à deputada estadual Eugênia Lima (PT), vem solidificando uma dinâmica de atuação política e campanha eleitoral literalmente frenética. Atuando diariamente como parlamentar, seu mandato tem percorrido as ruas da cidade e dialogado com diversos segmentos, em torno da construção de políticas municipais avançadas e que consigam responder os anseios da população.
Mas, paralelo ao cotidiano legislativo, Eugênia também tem percorrido o estado, se apresentando como nome para compor a Assembleia Legislativa, e apresentando seu mandato como uma experiência exitosa, sobretudo quando a questão é, escuta social, defesa da democracia e participação popular.
E nesse ritmo acelerado pelo estado, Eugênia levou a sua “Tribuna Popular” a pontos de intensa circulação, como a avenida Conde da Boa Vista, no Recife, e o centro de Caruaru.
Inspirada no projeto Gabinete Itinerante, a ação utiliza uma estrutura móvel para abrir o microfone a trabalhadores, moradores e pedestres, combinando a divulgação do seu trabalho político com coleta de demandas para a elaboração de propostas parlamentares.
Além dessas atividades, Eugênia também tem focado energia e atenção a outro tema, bastante caro ao seu trabalho, diga-se de passagem, o carnaval. Pois com o início das prévias em Olinda a vereadora retomou o debate com a população acerca da relevância cultural, simbólica, econômica e social das festas carnavalescas e percorreu, na última segunda-feira (07), pelas ladeiras do sítio histórico, para dialogar com agremiações, artistas, comerciantes informais e fazedores da cultura, visando construir melhorias durante os dias de folia.
Para Eugênia, urge a necessidade de Olinda tratar o carnaval, para além do calendário festivo de fevereiro. Entre as principais pautas levantadas pela vereadora está a garantia de previsibilidade financeira para quem movimenta a economia criativa local.
É válido relembrar que Eugênia foi a grande entusiasta para a aprovação da lei que limita em até 45 dias o prazo para o pagamento dos cachês das agremiações.
“O Carnaval gera renda, movimenta o turismo e precisa ser tratado como uma política permanente. Não existe valorização se quem faz a cultura não sabe quando vai receber; o cachê não é favor, é pagamento pelo trabalho realizado”, externou a vereadora e candidata a deputada estadual.





