
Dois dias após perder a eleição presidencial para o presidente Lula(PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o Brasil, e acompanhado com a família, seguiu rumo aos Estados Unidos, mesmo sabendo que está sendo investigado e ter ordens judiciais para não sair do país.
Ainda assim, Flávio decidiu deixar tudo para trás, e distante das fronteiras, tentar desestabilizar o país, semelhante ao que fez seu irmão, o ex-deputado, Eduardo Bolsonaro (PL). A fuga ocorreu na terça-feira (27), depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a entrega do passaporte.
A decisão surpreendeu aliados políticos. Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial, afirmou que não tinha informações sobre o paradeiro do senador e disse ter sido surpreendido pela notícia.
Aliados da família Bolsonaro justificaram a saída alegando receio de perseguição política e de possíveis medidas judiciais contra o parlamentar.
Contudo, a novidade veio na tarde da quarta-feira (28), quando em um pronunciamento, Flávio isoladamente publica em suas redes uma carta, onde afirma não reconhecer o resultado das urnas no segundo turno da eleição, acusou suposta fraude eleitoral e se proclamou presidente e líder máximo do Brasil”, mesmo estando nos Estados Unidos.
O curioso é que na carta, o senador utiliza um antigo brasão republicano, quando o país chamava-se, Estados Unidos do Brasil.





