Uma manifestação realizada nesta quarta-feira (9), nas proximidades da UPA da Caxangá, no Recife, terminou em confusão e denúncias de violência policial durante um protesto. O ato reuniu familiares de vítimas das enchentes que cobravam o pagamento de benefícios prometidos pelo Governo de Pernambuco.
De acordo com uma nota de repúdio divulgada pelos organizadores do protesto, uma mulher teria sido agredida por policiais durante a ação, enquanto outras manifestantes passaram mal após o uso de gás de pimenta. O documento classifica o episódio como “grave, covarde e inadmissível” e acusa o Estado de reprimir o direito à manifestação pacífica.
A nota também critica o uso da força policial contra mulheres e afirma que a resposta do poder público às reivindicações das famílias atingidas pelas enchentes foi marcada por repressão e intimidação. Os manifestantes defendem que o direito ao protesto deve ser garantido e que as cobranças por promessas não cumpridas não podem ser tratadas com violência.
No texto, os responsáveis pela nota cobram a apuração rigorosa dos fatos, a identificação dos agentes envolvidos e a adoção de providências imediatas. O documento ainda faz críticas à condução da política de segurança pública do Governo do Estado e afirma que as famílias afetadas pelas enchentes aguardam o cumprimento dos compromissos assumidos.





