
O avanço da campanha de João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco em Olinda dialoga bastante com a necessidade de uma ancoragem ideológica com os votos dos setores progressistas e de esquerda.
Como sabemos, Olinda é um importante colégio eleitoral, e para amarrar bem o voto, João Campos irá precisar bastante dos aliados políticos que estarão na linha de frente em sua campanha na cidade.
E um desses apoios, que, diga-se de passagem, merece destaque é a vereadora e candidata a deputada estadual, Eugênia Lima (PT)
Eleita em 2024, como a vereadora mais votada da história de Olinda, Eugênia carrega o selo de um mandato orgânico, combativo e visceralmente alinhado às pautas do governo Lula e às lutas sociais.
Sua trajetória, marcada pela defesa dos direitos humanos, movimentos populares e minorias, confere ao palanque de João Campos a substância ideológica que o eleitorado de esquerda exige.
A presença da parlamentar nas agendas do candidato socialista — como a recente caminhada marcada para a feira de Rio Doce, no próximo sábado (08) — vai muito além do mero formalismo eleitoral.
Pois, diante uma conjuntura onde o PSB busca ampliar sua votação, a candidatura de Eugênia pode se tornar um elemento estratégico para “amarrar” o voto ideológico e o engajamento da militância progressista em torno de João Campos
Em seus discursos, Eugênia sempre frisa a necessidade de uma unidade entre as frações da esquerda e a urgência de construir governos populares alinhados ao governo Lula. E essa opinião pode ser a “liga necessária”, em torno de João Campos.
Ou seja, no território olindense, João Campos precisa saber que não basta apenas visitar a cidade, e sim, precisará, e muito, da capacidade de articulação, do apelo de massas e da liderança de Eugênia Lima, sobretudo para acumular os votos das forças progressistas.





