
Não é de hoje que a Dra. Meire tem se destacado nas lutas comunitárias e nos debates públicos de Olinda, sobretudo pela sua atuação marcante nos espaços de controle social. Contudo, a dedicação em favor das populações vulneráveis nem sempre é recebida sem resistências, e a presença incisiva da advogada nesses colegiados passou a gerar episódios de perseguição à sua militância.
Atuando na intersecção entre o direito, a segurança alimentar e a articulação comunitária, Meire estabeleceu-se como uma voz autônoma e ativa no município. Atualmente na presidência do Conselho Municipal de Segurança Alimentar de Olinda, ela também acumula assento e atuação direta em outros três importantes órgãos de formulação e fiscalização de políticas públicas: o Conselho de Assistência Social, o da Mulher e o dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Paralelamente a esse trabalho institucional, a advogada lidera as ações do Centro Cultural Severin@s — equipamento de forte impacto social que desenvolve projetos permanentes de combate à fome, acolhimento e formação nas comunidades do bairro de Ouro Preto e na zona rural de Olinda.
No entanto, essa postura combativa em defesa do povo tem gerado incômodos nos bastidores. Recentemente, a advogada tornou pública uma denúncia de perseguição política, relatando ter enfrentado entraves arbitrários até mesmo para exercer livremente suas atribuições como conselheira. Esse tensionamento expõe a crônica dificuldade de determinados setores institucionais em lidar com lideranças autônomas de forte apelo popular.
Apesar dos embates no âmbito burocrático, Dra. Meire mantém o ritmo de agendas nas ruas e segue ampliando alianças com movimentos sociais da cidade, com destaque para as pautas de moradia popular e para o fortalecimento de coletivos feministas. No fim das contas, a resistência enfrentada nos órgãos colegiados contrasta diretamente com a força do seu nome junto às bases, reafirmando sua posição como uma liderança indispensável na política olindense.





