
Em uma analogia ao futebol, o prefeito João Campos (PSB) agiu como técnico e recolocou o vereador Osmar Ricardo (PT) no “banco de reservas” após o que aliados classificaram como um “gol contra” do parlamentar.
Osmar votou a favor da abertura de uma CPI para investigar o caso conhecido como “Fura Fila”. A decisão provocou reação do prefeito, que exonerou o então secretário de Direitos Humanos, Marco Aurélio Filho (PV). Com a saída da pasta, Marco Aurélio — vereador licenciado — retornou à Câmara Municipal, o que resultou na volta de Osmar à condição de suplente.
As movimentações repercutiram nos bastidores políticos. Agora como suplente, Osmar acusou João Campos de perseguição.
O episódio também ampliou especulações sobre um possível distanciamento do grupo do prefeito e uma aproximação do parlamentar com a governadora Raquel Lyra (PSD).





