
A corrida ao Senado Federal por Pernambuco em 2026 vem se transformando em um dos principais pontos de instabilidade e atenção na política estadual, com a candidatura de Marília Arraes (Solidariedade) ganhando destaque e alterando de maneira significativa a dinâmica eleitoral no estado.
Levantamentos eleitorais recentes mostram um quadro competitivo e fluido, em que nomes tradicionalmente fortes no cenário pernambucano — como o atual senador Humberto Costa (PT) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) — enfrentam a ascensão de Marília Arraes na preferência dos eleitores.
Em cenários estimulados do instituto Real Time Big Data, a ex-deputada federal aparece liderando a disputa ao Senado com 26% das intenções de voto, à frente de Costa e Coelho, ambos com 24% nas simulações em que seu nome é incluído.
Já na última pesquisa do Data Folha divulgada no início de fevereiro, aponta que Marília Arraes lidera isoladamente a disputa pelo Senado em Pernambuco, com vantagem consistente sobre seus principais adversários em diferentes cenários estimulados.
A influência da candidatura de Marília Arraes vai além de sua colocação nos levantamentos: sua presença tem provocado movimentações estratégicas entre os partidos e lideranças políticas do estado.
A entrada robusta de Marília na corrida ao Senado intensificou a atenção de grupos políticos sobre Pernambuco, forçando ajustes nas articulações de alianças e nas táticas de campanha tanto da coligação de Humberto Costa quanto de outros nomes tradicionais da política local.
O cenário começa a tornar a candidatura de Marília irreversível, tento pelos resultados das últimas pesquisas quanto densidade política que a candidatura representa.





