
As articulações políticas e movimentos jurídicos feitos por Antônio Campos têm sido sistemáticos, sobretudo na ânsia de provar à população, que o mandato da prefeita Mirella Almeida (PSD) acumula uma série de irregularidades.
No âmbito do Tribunal Regional Eleitoral, tramita uma ação judicial de autoria de Antônio, visando impugnar a chapa Mirella/Chiquinho.
E agora, no legislativo municipal, já são quatro pedidos de impeachment, apresentados pelo advogado, para que, na quinta-feira (05) os vereadores apreciem.
E tendo notícias de uma possível rejeição dos vereadores aos seus pleitos, Antônio se adiantou e ajuizou, nesta quarta-feira (04), uma queixa-crime contra o presidente da câmara, Saulo Holanda (MDB) apresentando em sua peça reclamatória, potenciais irregularidades, caso o parlementar se omita ou deixe de tomar as medidas que são da prerrogativa do legislativo municipal, frente as irregularidades apontadas ao governo Mirella.
E dentre os pedidos, Antônio cogita até um potêncial afastamento do parlamentar de suas funções, tendo em vista a preservação da ordem pública.
Os movimentos tem deixado o clima um pouco tenso nos bastidores da política olindense.





